A experiência no PDV reúne exposição, comunicação e interação justamente no momento em que o cliente decide a compra. Quando indústria e varejo trabalham juntos, uma ativação bem planejada pode ampliar visibilidade, consideração e movimento para a categoria — sem depender apenas da presença na gôndola.
Estar na geladeira do PDV é importante. Estar presente com experiências no PDV é ainda melhor.
Há 15 dias, quem passou pelo Roldão Atacadista encontrou algo diferente no caminho das compras. A Frutap levou o Mundo Frutap e Patati Patatá para dentro do ponto de venda, criando um momento de interação com consumidores e reforçando uma parceria que vai muito além de colocar produtos na gôndola.
A ação passou. Mas a estratégia por trás dela continua.
Experiência no PDV acontece onde a decisão de compra ganha forma
O PDV continua sendo um dos momentos mais importantes da construção de uma marca. É ali que disponibilidade, exposição, preço, comunicação e experiência se encontram com uma coisa fundamental: a decisão de compra.
Por isso, estar presente não basta. É preciso criar experiências para ser percebido, considerado e escolhido.
Estudos sobre o ambiente de loja ajudam a dimensionar essa oportunidade. Uma análise publicada no American Journal of Preventive Medicine, baseada em 274.118.338 transações de uma rede de supermercados com 179 lojas, identificou vendas entre 16% e 136% maiores para os produtos quando estavam promovidos no PDV, dependendo da categoria analisada.
Isso não significa que toda ativação produzirá os mesmos resultados. Significa que aquilo que acontece dentro da loja tem capacidade real de interferir na escolha.
Ativação no PDV transforma execução em estratégia
Outra pesquisa, publicada no Journal of Retailing, encontrou efeitos imediatos e posteriores nas vendas a partir de ações de experimentação no PDV. O estudo também identificou potencial de expansão da categoria, e não apenas de troca entre marcas.
É aí que o trade deixa de ser apenas execução e passa a ser estratégia.
Quando indústria e varejo trabalham juntos, a experiência ganha força. A ativação realizada no Roldão é um exemplo dessa visão. De um lado, uma rede parceira e o espaço onde a compra efetivamente acontece. Do outro, a Frutap levando marca, personagens, promoção e experiência para mais perto das pessoas.
No meio disso tudo está o cliente.
Para ele, uma compra cotidiana ganha um elemento inesperado. Para a marca, surge uma oportunidade de gerar lembrança, experimentação e consideração. E, para o varejo, uma ação capaz de movimentar o ambiente da loja e criar mais uma razão para o consumidor interagir com a categoria.
O que uma boa experiência no PDV precisa considerar?
- o parceiro e o formato da loja;
- a visibilidade e a exposição dos produtos;
- o perfil do público e o contexto da compra;
- a forma de interação com a marca;
- o papel da ação dentro da categoria e da jornada do shopper.
Essa relação é especialmente importante porque não existe uma fórmula única para o PDV.
Uma pesquisa realizada no mercado brasileiro e publicada na Marketing Intelligence & Planning mostrou que a resposta às promoções em loja varia de acordo com o formato do varejo. O estudo também reforça a importância da visibilidade dos produtos por meio de exposições temporárias.
Em outras palavras: trade eficiente não é simplesmente replicar uma ação. É entender o parceiro, a loja, o público e construir a ativação certa para aquele contexto.
Trade marketing também é parceria
É assim que enxergamos nosso papel na Frutap. Queremos estar na gôndola, claro. Mas também queremos estar ao lado dos nossos parceiros criando ações que deem visibilidade aos produtos, aproximem consumidores da marca e ajudem a gerar movimento para o negócio.
O encontro no Roldão foi um ótimo exemplo: produto no lugar certo, parceria ativa e uma experiência capaz de transformar uma parada no corredor em contato real com a marca.


